Mas será este o melhor caminho para ti?
Não tenho nada contra a acupuntura, muito pelo contrário, acho que é uma terapia fenomenal. Em alguns casos um complemento benéfico, em outros a melhor opção no momento a ser considerada.
Por vezes a intensidade emocional negativa pela qual a pessoa está a passar é de tal forma, que o desbloqueio dos tecidos através das terapêuticas manuais, da massagem, torna-se quase impossível, e aqui a acupuntura torna-se uma ferramenta preciosa.
Mas o que eu vejo com frequência, são casos de pessoas que apesar de se sentirem bem com as suas sessões de acupuntura, e aparentemente terem ficado melhor, passado algum tempo estarem com a sua situação muito mais agravada.
Acabam por voltar à massagem porque voltam a não estar bem, muitas vezes até acham que o problema é outro, algo novo que entretanto tivesse surgido. Mas a verdade é que quase sempre (sempre) é o problema que antes tinham bastante agravado e outras zonas agora também afetadas por aquele problema.
Mas então porque é que eu recomendo acupuntura aos meus clientes?
Em alguns casos mais “graves” chega a ser impressionante ver a forma como o paciente, de forma inconsciente, arranja técnicas para voltar a contrair o corpo.
Ele/ela nem dá conta claro, e diz-me, “mas eu não estou a fazer nada”, mas faz, inspira com força, mexe-se na marquesa para se reposicionar e voltar a contrair o corpo, arranja mil e uma técnicas (inconscientes) para à mínima sensação de relaxamento, voltar a ganhar força muscular.
E nestes casos, raros felizmente, a minha sensação é a de que estou a lutar contra eles próprios, mais até do que sensação, porque o meu esforço durante a sessão é imenso, mesmo que a pressão seja leve, e a minha energia é sugada. Eu faço e eles desfazem, ou poderá ser dito ao contrário, eu desfaço e eles voltam a fazer.
Nestes casos eu própria recomendo que lidem primeiro com a carga energética mental e emocional pela qual estão a passar. E a acupuntura é uma forma de ajuda que hoje em dia é reconhecida e aceite pela maioria das pessoas.
Recomendar outro tipo de terapias que são menos conhecidas, por vezes é uma perda de tempo e causa ainda mais resistência no paciente, e o importante é que façam algo que os vá ajudar naquele momento.
Para o terapeuta de acupuntura o seu tratamento é com frequência um sucesso, uma vez que o paciente reporta melhorias a nível mental e físico. Para o paciente a acupuntura também resulta, porque lhe tirou a dor física e acalmou estados negativos mentais e emocionais.
A carga emocional abranda sim. A dor também abranda ou até em muitos casos passa completamente, uma vez que se está a atuar no sistema nervoso (que transmite a dor ao cérebro). Mas o problema quase sempre continua lá e com o tempo a tendência é a agravar-se, como tenho vindo a testemunhar uma e outra e outra vez.
Por isso, depois, ou até ao mesmo tempo, é preciso tratar os bloqueios físicos que existem nos tecidos, especialmente o muscular e conjuntivo.
Claro que quando eliminamos os bloqueios que estão na mente, libertamos os bloqueios do corpo.
Mas este é um processo lento e progressivo e iria implicar a ausência total de bloqueios na mente no momento e no futuro, ou seja, nada de stress, de consumições, de chatices, desilusões, ... e isso é praticamente impossível de acontecer.
Nunca é dado o tempo suficiente para que o corpo possa se auto-regenerar.
Por isso, para mim, a acupuntura é o que é. Uma terapia necessária em alguns casos e um complemento benéfico em muitos outros, daí eu com frequência recomendar esta terapia aos meus pacientes.
O meu único senão é esta falta de conhecimento por parte dos pacientes e por parte dos terapeutas de acupuntura, que não veem a outra face da moeda e acabam neste sentido a fazer o que a medicina faz com os seus medicamentos, mas de uma forma mais natural, a eliminar os sintomas, mas contribuindo para o contínuo desgaste e decadência do corpo e mente.
Não tenho nada contra a acupuntura, muito pelo contrário, acho que é uma terapia fenomenal. Em alguns casos um complemento benéfico, em outros a melhor opção no momento a ser considerada.
Por vezes a intensidade emocional negativa pela qual a pessoa está a passar é de tal forma, que o desbloqueio dos tecidos através das terapêuticas manuais, da massagem, torna-se quase impossível, e aqui a acupuntura torna-se uma ferramenta preciosa.
Mas o que eu vejo com frequência, são casos de pessoas que apesar de se sentirem bem com as suas sessões de acupuntura, e aparentemente terem ficado melhor, passado algum tempo estarem com a sua situação muito mais agravada.
Acabam por voltar à massagem porque voltam a não estar bem, muitas vezes até acham que o problema é outro, algo novo que entretanto tivesse surgido. Mas a verdade é que quase sempre (sempre) é o problema que antes tinham bastante agravado e outras zonas agora também afetadas por aquele problema.
Mas então porque é que eu recomendo acupuntura aos meus clientes?
Quando a mente não está preparada para largar, libertar a energia que a consome, o corpo também não é capaz de o fazer.
Em alguns casos mais “graves” chega a ser impressionante ver a forma como o paciente, de forma inconsciente, arranja técnicas para voltar a contrair o corpo.
Ele/ela nem dá conta claro, e diz-me, “mas eu não estou a fazer nada”, mas faz, inspira com força, mexe-se na marquesa para se reposicionar e voltar a contrair o corpo, arranja mil e uma técnicas (inconscientes) para à mínima sensação de relaxamento, voltar a ganhar força muscular.
Ganhar força para quê? Para o que quer que seja com que estejam a lidar/lutar na própria mente.
E nestes casos, raros felizmente, a minha sensação é a de que estou a lutar contra eles próprios, mais até do que sensação, porque o meu esforço durante a sessão é imenso, mesmo que a pressão seja leve, e a minha energia é sugada. Eu faço e eles desfazem, ou poderá ser dito ao contrário, eu desfaço e eles voltam a fazer.
Nestes casos eu própria recomendo que lidem primeiro com a carga energética mental e emocional pela qual estão a passar. E a acupuntura é uma forma de ajuda que hoje em dia é reconhecida e aceite pela maioria das pessoas.
Recomendar outro tipo de terapias que são menos conhecidas, por vezes é uma perda de tempo e causa ainda mais resistência no paciente, e o importante é que façam algo que os vá ajudar naquele momento.
Para o terapeuta de acupuntura o seu tratamento é com frequência um sucesso, uma vez que o paciente reporta melhorias a nível mental e físico. Para o paciente a acupuntura também resulta, porque lhe tirou a dor física e acalmou estados negativos mentais e emocionais.
A carga emocional abranda sim. A dor também abranda ou até em muitos casos passa completamente, uma vez que se está a atuar no sistema nervoso (que transmite a dor ao cérebro). Mas o problema quase sempre continua lá e com o tempo a tendência é a agravar-se, como tenho vindo a testemunhar uma e outra e outra vez.
Por isso, depois, ou até ao mesmo tempo, é preciso tratar os bloqueios físicos que existem nos tecidos, especialmente o muscular e conjuntivo.
Claro que quando eliminamos os bloqueios que estão na mente, libertamos os bloqueios do corpo.
Mas este é um processo lento e progressivo e iria implicar a ausência total de bloqueios na mente no momento e no futuro, ou seja, nada de stress, de consumições, de chatices, desilusões, ... e isso é praticamente impossível de acontecer.
Nunca é dado o tempo suficiente para que o corpo possa se auto-regenerar.
Por isso, para mim, a acupuntura é o que é. Uma terapia necessária em alguns casos e um complemento benéfico em muitos outros, daí eu com frequência recomendar esta terapia aos meus pacientes.
O meu único senão é esta falta de conhecimento por parte dos pacientes e por parte dos terapeutas de acupuntura, que não veem a outra face da moeda e acabam neste sentido a fazer o que a medicina faz com os seus medicamentos, mas de uma forma mais natural, a eliminar os sintomas, mas contribuindo para o contínuo desgaste e decadência do corpo e mente.

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